Calor extremo: como sobreviver à época mais…

Quinze meses seguidos de recorde de temperatura. O janeiro mais quente da história da humanidade. O maior calor registrado em um mês de março na cidade de São Paulo. Curitiba e Porto Alegre enfrentando termômetros acima dos 30°C em maio, um mês outrora frio.

Um trilho de trem derretido pelo calor. Quase 2 500 pessoas atendidas nos prontos-socorros cariocas por queixas relacionadas ao estresse térmico. Uma jovem de 23 anos, sem grandes problemas de saúde, morta no show de sua artista favorita. Os próprios cantores interrompendo apresentações por não suportarem a sensação infernal.

Não é só mais uma questão de debate científico: o aquecimento global já pode ser comprovado no dia a dia dos próprios brasileiros.

Mesmo com a escalada inegável dos termômetros, ainda há quem duvide dele. A ponto de transformar a conversa clássica de elevador sobre o clima num possível ponto de embate.

De um lado, o sujeito que aproveita o “Que calor!” para lembrar que ele é fruto das mudanças climáticas provocadas pelo homem. Do outro, aquele que pensa que é assim mesmo, que estão exagerando ou politizando a pauta.

Ledo engano… “O Brasil está aquecendo mais do que a média global, e espera-se que, enquanto esse processo não for estabilizado, teremos mais ondas de calor”, aponta a física e divulgadora científica Karina Lima, doutoranda em climatologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

A cidade onde ela vive, Porto Alegre, é exemplo “fresco” do cálido cenário nacional. Enquanto boa parte do estado estava debaixo d’água em 2024, Porto Alegre teve sua maior temperatura registrada em um mês de maio: 33,4°C. E pode piorar…

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Mesmo os cidadãos de Cuiabá, tão acostumados a viver sob sol escaldante, encaram rompantes térmicos. Também em 2024, foram mais de 40 dias com temperaturas acima dos 40°C — dez anos atrás, eram apenas seis.

“O Brasil é um dos países mais vulneráveis às mudanças climáticas, por já ter temperaturas médias mais elevadas”, observa o físico Paulo Artaxo, referência mundial em climatologia.

“Um aumento de 3°C na temperatura em Helsinque, na Finlândia, tem impacto bem menor na população local do que a mesma alteração em Cuiabá ou outra cidade daqui”, diz o professor da Universidade de São Paulo (USP).

Para os finlandeses, ele explica, um clima um pouco mais ameno poderia até ter seu lado positivo, como a possibilidade de ampliar plantações. Para nós, é o contrário: já estamos perdendo produção agrícola.

O aquecimento global está chegando à casa do 1,5°C, meta estabelecida pelo Acordo de Paris, tratado internacional para tentar conter as mudanças climáticas. Mas os brasileiros já passam vários dias do ano 5°C acima das médias locais. É de ferver a cabeça… e o resto do corpo.

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O aquecimento global e a saúde

É claro que é necessário cobrar das autoridades medidas reais para aumentar áreas verdes em cidades e reduzir o uso de combustíveis fósseis para, assim, frear os termômetros.

Mas isso não bastará para resolver o problema, pois ele já está instalado. “Precisamos preparar os sistemas de saúde, que agora não estão prontos para lidar com eventos climáticos extremos, como as ondas de calor e as chuvas fortes”, afirma Artaxo.

Isso tanto do ponto de vista estrutural como também da conscientização dos próprios profissionais de saúde na linha de frente. “Muitas vezes, a gente não coloca o calor na conta do diagnóstico. Mas doenças cardiovasculares, transtornos psiquiátricos, problemas na gestação e diversas outras condições são agravadas nesse contexto”, elucida a médica Mayara Floss, do grupo de trabalho de Saúde Planetária da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC).

O assunto esquentou de vez. Mudanças climáticas já são hoje o maior determinante do bem-estar da humanidade e podem colocar a perder todas as conquistas de saúde pública das últimas décadas, segundo relatório do projeto Lancet Countdown, empreitada científica capitaneada por um dos principais periódicos do mundo.

É hora de entender em minúcias como o calor pode repercutir no corpo. E de aprender a sobreviver a ele.

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Cada vez mais quente

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)

Não faz tanto tempo, quando os meteorologistas previam dias quentes, a notícia era dada nos telejornais acompanhada de cenas de pessoas felizes em praias e piscinas.

Pouco a pouco, porém, o tom da comunicação tem ficado mais sóbrio. Ora, a situação atual está mais para risco de saúde pública do que para motivo de diversão ao ar livre. “Estamos vivendo sob um novo clima, um novo mundo, e a tendência é de piora. Então tudo precisa ser repensado”, crava Lima.

Faz tempo que a ciência investiga os efeitos do calor na saúde, mas os estudos mais robustos sobre os impactos do aquecimento global consideravam dados de até uns anos atrás. De lá para cá, as temperaturas já subiram, então é de esperar que os danos possam se agravar.

Não é à toa que estamos adquirindo um novo léxico, com termos como hipertermia e estresse térmico, as consequências mais graves do calor excessivo; índice de calor, que calcula sua intensidade; e o mais famoso deste glossário apocalíptico, a onda de calor.

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O fenômeno é marcado por alguns dias com temperaturas muito acima da média, com ou sem chuva, e comporta algumas diferenças de classificação entre as entidades técnicas.

Se antes ele acontecia raramente, em geral no fim da primavera, nos últimos meses virou parte da rotina. Só em 2025 já foram cinco ondas de calor no Brasil até o início de março.

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Clique para ampliar (Design e infografia: Letícia Raposo/Estúdio Coral/Veja Saúde)

Em pleno Carnaval, prefeituras fizeram campanhas de comunicação para lembrar a todos da importância de tomar água e se proteger do sol. Mas a ação ainda é discreta. “Falamos muito sobre hidratação, mas esquecemos de falar do estresse por calor, que causa doenças e pode ser fatal”, aponta Floss.

Não tem jeito: se quisermos nos precaver, teremos que compreender o que está em jogo e por trás dessa crise. Não é de hoje que os cientistas do clima anunciam o aquecimento global — a expressão em si foi criada há 50 anos. Mesmo assim, pouco está sendo feito para detê-lo.

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Mas até os especialistas se surpreendem com a aceleração dos eventos extremos. Imagine, então, como fica o corpo humano…

Um estudo publicado no periódico Science of the Total Environment avaliou o efeito das temperaturas inadequadas na produtividade de trabalhadores brasileiros entre 2000 e 2019, considerando dados de mortes que ocorreram no período.

E concluiu que mais de 3,6 milhões de anos de vida produtiva foram perdidos no período no país, sendo o Centro-Oeste a região mais afetada — outro símbolo, aliás, das mudanças climáticas, com os incêndios no Pantanal. Sim, a natureza sente, e a gente também.

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Como o corpo regula a temperatura

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)

A manutenção da temperatura corporal é um dos aspectos centrais da sobrevivência humana.

Em condições ideais, a primeira medida que tomamos para combater o calor é comportamental: quando a sensação é percebida, buscamos um lugar fresco, bebemos água e nos protegemos do sol.

Só que, nesse caminho, já podem surgir problemas. É que os sentidos precisam estar funcionando bem para registrar o calor. O uso de substâncias, como medicações ou drogas ilícitas, pode afetar essa percepção.

E o próprio envelhecimento mexe com nossos sensores internos, daí por que idosos sentem menos sede e costumam ser friorentos. Depois, é preciso ter as condições cognitivas para tomar a decisão de fugir do calorão. Deficiências intelectuais, demências e transtornos mentais, por exemplo, podem impedir alguém de buscar uma sombra.

Em seguida, o hipotálamo entra em ação. “É a principal área do cérebro responsável pela termorregulação”, explica Júlia Corvetto, pesquisadora de mudanças climáticas da Universidade de Heidelberg, na Alemanha. “Ele atua em conjunto com o sistema nervoso autônomo, estimulando duas medidas: a irradiação de calor e a evaporação”, completa.

A partir dos sinais enviados pelo hipotálamo, os vasos se expandem. Assim, o fluxo sanguíneo fica mais próximo da pele, permitindo que o corpo troque calor com o ambiente. Essa é a chamada irradiação. Já a evaporação ocorre por meio do suor e da respiração.

Só que, quando o calor está muito intenso ou a pessoa não pode parar o que está fazendo para se resfriar, esse sistema pode deixar de funcionar adequadamente ou não ser tão eficaz. “Aí, a temperatura corporal tende a subir, gerando um quadro parecido com uma febre, mas que não é exatamente isso. A pessoa pode apresentar confusão mental, convulsão e os órgãos são afetados”, descreve Floss.

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O coração e o sistema circulatório penam de múltiplas maneiras. A frequência cardíaca aumenta para dar conta da necessidade de bombear mais sangue para as extremidades. “E a desidratação e o suor geram perda de eletrólitos, os chamados sais minerais, o que eleva o risco de arritmias”, afirma o cardiologista Marcelo Franken, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

“Toda essa situação gera uma reação inflamatória que desencadeia um estado de coagulação aumentada, abrindo caminho a trombos capazes de causar infartos e derrames.” Nesse contexto, os rins também podem ficar sobrecarregados com a desidratação.

Idosos e crianças são o público em maior risco de complicações agudas decorrentes do calor. “Além de sentirem menos sede por causa de alterações hormonais, os mais velhos perdem menos calor pelo suor, por isso são altamente vulneráveis, mesmo os saudáveis”, nota o médico Marco Túlio Cintra, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Mas as encrencas podem acometer a todos — vide o caso da jovem que faleceu no show de Taylor Swift no Rio de Janeiro em 2023.

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Clique na imagem para ampliar (Design e infografia: Letícia Raposo/Estúdio Coral/Veja Saúde)

O cérebro sofre com o calor

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)

Até é verdade que o corpo se acostuma com altas temperaturas, tanto que a mortalidade das ondas de calor é maior nos primeiros dias. Só que as repercussões não se restringem ao perigo da hipertermia.

A pesquisadora Júlia Corvetto conduziu um estudo que constatou que as ondas de calor aumentam a busca por atendimento médico por causas relacionadas à saúde mental. O trabalho, publicado no periódico BMJ Open, considerou dados da cidade de Curitiba — que era fria na maior parte do ano.

“Descobrimos que esse efeito não é imediato”, conta Corvetto. “Não precisa nem ser uma onda de calor de longa duração. Apenas um dia de calor extremo gera efeitos que se prolongam por até uma semana nos indivíduos.”

Sim, você não está mais irritado ou com a cabeça bagunçada à toa. Ao pensar em transtornos mentais sazonais, o que vem à mente é a depressão associada aos dias de pouco sol e muito frio do inverno no norte global, mas a crise climática está mudando isso. E o calor pode levar, aventa-se, ao surgimento de novos quadros.

Assim como a ansiedade climática, o transtorno de estresse pós-traumático associado ao calor ainda não consta no manual dos diagnósticos psiquiátricos, mas já é objeto de estudos. “Como todos os outros eventos extremos, como enchentes, secas e tempestades, as ondas de calor também podem levar a um quadro do tipo”, afirma Corvetto.

O que já está devidamente confirmado é que as ondas de calor agravam transtornos preexistentes. Os mecanismos por trás disso ainda não estão totalmente claros, mas um dos caminhos possíveis é o da flutuação nos níveis de hormônios e neurotransmissores.

A quentura pode afetar as taxas de serotonina e cortisol, o hormônio do estresse, que, além da regulação da temperatura, têm um papel importante sobre o gerenciamento mental.

Sem contar que o sono atrapalhado pelo forno no quarto piora a situação, já que o corpo não atinge o descanso ideal para restaurar a mente. No Brasil, a nação mais ansiosa do mundo, isso não é pouca coisa.

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Cabeça quente

Esquizofrenia, bipolaridade e transtorno de ansiedade generalizada são os quadros mais afetados pelas ondas de calor: sintomas inéditos ou exacerbados podem aparecer. Estudos revelam que até a propensão a comportamentos impulsivos e suicidas decola.

No caso dos ansiosos, podem surgir sintomas físicos, como taquicardia, tremores e falta de ar.

Essas pessoas ficam ainda mais vulneráveis à insolação e às doenças relacionadas ao calor, o que também pode ocorrer porque os remédios psicotrópicos afetam os mecanismos de regulação da temperatura corporal.

Manual de sobrevivência

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)

A situação atual exige cuidados específicos, como a atenção aos sinais de estresse térmico e a proteção do sol. Não basta usar filtro solar: é preciso contar com barreiras físicas, como roupas, chapéus e, se possível, a sombra.

Veja, a seguir, algumas dicas:

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Clique na imagem para ampliar (Design e infografia: Letícia Raposo/Estúdio Coral/Veja Saúde)

Medidas individuais ajudam, mas, nesse novo normal, o ideal seria adotar ações coletivas para resguardar a população nas horas mais quentes, como mudar turnos no emprego e horários de escola. A Organização Internacional do Trabalho estima que 18 mil trabalhadores morram todos os anos devido ao calor excessivo.

Tal cenário exige ainda ajustes de conduta médica, pois poderá estar por trás de diversas queixas, como alterações na pressão, desorientação ou crises de descompensação de doenças crônicas. Hoje, quando alguém chega com confusão mental no pronto-socorro, por exemplo, não se associa o quadro logo de cara ao calor.

A adaptação climática tem que começar para ontem. Nesse sentido, o uso de ar-condicionado em hospitais e escolas não é frescura. “Há 20 anos isso não era necessário, mas agora é. Como um aluno vai estudar enfrentando um calor de 40°C?”, questiona Artaxo.

Já há dados, inclusive, mostrando que o aquecimento global impacta o desempenho escolar e a cognição de crianças e adolescentes. A climatização artificial gasta recursos naturais, sim, mas é uma tática que salva vidas.

Mais importante ainda é repensar o planejamento das cidades. “Muitas vezes, o calor nem está tão relacionado às mudanças climáticas, mas ao microclima urbano”, aponta a médica e meteorologista Micheline Coêlho, uma das coordenadoras da equipe brasileira da rede internacional Multi-Country Multi-City, dedicada ao assunto.

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No longo prazo, estratégias como a redução da circulação de automóveis e um transporte público de qualidade são fundamentais, mas há coisas que podem ser feitas em curtíssimo prazo. Áreas menos arborizadas e densamente povoadas são até 8°C mais quentes, como mostrou um comparativo recente entre Paraisópolis, bairro carente de São Paulo, e o vizinho Morumbi, mais rico.

E nem é preciso plantar uma floresta urbana — ainda que não fosse má ideia. Em Medellín, cidade colombiana, a prefeitura criou corredores verdes no meio de avenidas. Desde 2016, quase 900 mil árvores e 2,6 milhões de mudas foram plantadas.

O resultado impressiona: ao redor desses espaços, a temperatura chega a ser quase 5°C menor — o suficiente para contrapor uma onda de calor. Que tal bebermos dessa ideia para não derreter?

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Cidade ou forno?

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Clique na imagem para ampliar (Design e infografia: Letícia Raposo/Estúdio Coral/Veja Saúde)

Sinais de hipertermia

  • Dor de cabeça
  • Confusão mental
  • Letargia
  • Aumento da temperatura corporal
  • Tontura
  • Desmaio
  • Vômitos
  • Convulsões

E o que fazer…

  • Leve a pessoa a um ambiente refrigerado ou mais fresco
  • Chame o SAMU pelo telefone 192
  • Deite a pessoa e eleve os pés dela
  • Tire o excesso de roupas
  • Borrife água no rosto e no corpo
  • Ofereça água gelada
  • Coloque compressas frias nas dobras do corpo

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Medidas coletivas para amenizar o calor

  •  Colocar ar-condicionado no transporte público e nos postos de saúde
  • Criar “estações de resfriamento” com água e sombra nas cidades
  • Plantar árvores, árvores, árvores…
  • Tirar carros das ruas e incentivar o transporte coletivo — inclusive dando passe livre nos dias de mais calor
  • Mudar horários de aulas
  • Ajustar turnos de trabalho

O que é uma onda de calor?

Uma onda de calor ocorre quando as temperaturas máximas e mínimas de uma região ficam 5ºC acima da média por três a sete dias consecutivos.

Em geral, não ocorrem chuvas, pois um sistema de alta pressão (o fluxo de ar seco descendente) costuma estar presente, impedindo a formação de nuvens carregadas. Além disso, a umidade tende a cair quando a temperatura sobe.

Mas isso pode não ocorrer, causando uma quentura úmida, que impede a transpiração. Todo calor demasiado é perigoso, mas a combinação entre calor e umidade pode ser mais letal.

O que pode mascarar a sensação térmica?

Álcool
A ingestão de bebidas afeta os sentidos e aumenta o risco de desidratação, por seu efeito diurético, isto é, de eliminação de líquidos.

Medicamentos
Remédios, como os usados para transtornos mentais ou hipertensão, podem abalar a percepção do calor e favorecer quadros de desidratação.

Drogas ilícitas
O consumo de ecstasy e MDMA eleva a temperatura corporal e afeta o equilíbrio de fluidos do organismo. Há risco de hipertermia entre os usuários.

Extremos de idade
Crianças e idosos têm dificuldade de perceber o calor e sentem menos sede. Os mais velhos ainda perdem a capacidade de suar como os jovens.

Além do calor: outras consequências do aquecimento global

Períodos de seca
Eles devastam plantações e inflacionam o preço dos alimentos. Também pioram a qualidade da água e prejudicam o abastecimento de comida e medicamentos em alguns locais.

Queimadas
O fogo oriundo das queimadas é tóxico à saúde. Gera tanto problemas imediatos, como tosse seca, ardência ocular e dor de cabeça, como pode agravar problemas respiratórios e cardiovasculares.

Chuvas
Enchentes como as ocorridas no Rio Grande do Sul interrompem serviços de saúde e atrapalham o fornecimento de água tratada, aumentando o risco de doenças diarreicas e leptospirose.

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