Radar da saúde: o perfil do paciente digital…
A internet se tornou uma ferramenta onipresente na medicina, permitindo que pacientes façam suas pesquisas e ainda sejam atendidos de forma remota.
Pois a Doctoralia, maior plataforma de agendamento de consultas do país, esmiuçou os dados de seus usuários — cerca de 20 milhões por mês — para entender os comportamentos e as demandas dos brasileiros.
Descobriu que o celular reina nas interações — 84% das pessoas acessam os serviços por meio dele — e as mulheres estão à frente na utilização do site, representando 63% do público.
As especialidades médicas mais buscadas foram ginecologia, psiquiatria e dermatologia, e os pacientes escolhem os profissionais de acordo com critérios como cobertura do convênio, localização e número de opinião de outros usuários.
Os atributos mais valorizados nas consultas são a dedicação e as explicações detalhadas do clínico — no ambiente físico ou no virtual.
Passado: 10 anos de pele de tilápia para tratar queimaduras

Em 2015, médicos ligados ao Instituto de Apoio ao Queimado e à Universidade Federal do Ceará deram início a uma inovadora linha de pesquisa: utilizar a pele de tilápia devidamente preparada para ajudar na reparação de tecidos de vítimas de queimaduras.
A ideia vingou, deu origem a dezenas de estudos e deve ser empregada em maior escala em breve.
Futuro: remédio projetado por IA será testado em 2025

A promessa é de Demis Hassabis, Prêmio Nobel de Química no ano passado e líder de uma startup vinculada ao Google que se vale da inteligência artificial para desenhar e testar em modelos computacionais medicamentos inéditos.
Segundo o cientista, o processo de descoberta de fármacos pode ser acelerado em dez vezes com a tecnologia.
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O conteúdo apresentado no resultado da pesquisa realizada (i) não representa ou se equipara a uma orientação/prescrição por um profissional da saúde e (ii) não substitui uma orientação e prescrição médica, tampouco serve como prescrição de tratamento a exemplo do que consta no site da Farmaindex:
“TODAS AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE SITE TÊM A INTENÇÃO DE INFORMAR E EDUCAR, NÃO PRETENDENDO, DE FORMA ALGUMA, SUBSTITUIR AS ORIENTAÇÕES DE UM PROFISSIONAL MÉDICO OU SERVIR COMO RECOMENDAÇÃO PARA QUALQUER TIPO DE TRATAMENTO. DECISÕES RELACIONADAS AO TRATAMENTO DE PACIENTES DEVEM SER TOMADAS POR PROFISSIONAIS AUTORIZADOS, CONSIDERANDO AS CARACTERÍSTICAS PARTICULARES DE CADA PESSOA”
• O conteúdo disponibilizado é meramente informativo, tendo sido obtido em banco de dados fornecido exclusivamente pela Farmaindex, sendo de única responsabilidade daquela empresa;
• Isenção de qualquer garantia de resultado a respeito do conteúdo pesquisado;
• Informativo de que caberá ao usuário utilizar seu próprio discernimento para a utilização responsável da informação obtida.
Um lugar: Guiné elimina doença do sono graças à parceria internacional

Populações mais vulneráveis sofrem com moléstias que nem sempre têm tratamento adequado devido à falta de investimento em pesquisa. Para suprir essa lacuna, a iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas vai atrás de soluções.
E uma medicação criada pelo consórcio conseguiu deter uma doença disseminada por mosquitos e responsável por fadiga severa na África.
Um dado: 1 em cada 5 adultos convive com o herpes genital

São números epidêmicos: 846 milhões de pessoas de 15 a 49 anos apresentam o vírus sexualmente transmissível e mais de 200 milhões tiveram ao menos uma manifestação da doença nos genitais — como manchas vermelhas, coceira e lesões.
O achado, de um grupo global, reforça a necessidade de aderir a métodos como o preservativo e fazer check-ups periódicos.
Uma frase: Adriano Silva

“Uma boa vida não basta — é preciso morrer de modo digno. Se a morte é parte da vida, então qualidade de vida inclui também qualidade na morte. Quando viver se transforma num exercício constante de agonia e desespero, deixar de existir pode representar a única libertação possível de uma rotina excruciante em que só há dor e infelicidade. Diante da perspectiva da morte como um filme de terror (…) só nos resta torcer para sermos agraciados com a chamada “boa morte” — um evento rápido e indolor. E, na impossibilidade de que isso venha a nos acontecer naturalmente, que possamos viver em um lugar em que o acesso à morte voluntária assistida nos seja garantido.”
Adriano Silva, jornalista, no livro O Dia em Que Eva Decidiu Morrer* (Vestígio)
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