Como o brasileiro percebe os principais tratamentos para emagrecer?

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Em 2016, a aprovação no Brasil dos primeiros agonistas de GLP-1 especificamente para o controle da obesidade — as canetas emagrecedoras — mudou o cenário dessa doença, com reduções de peso significativas e efeitos colaterais manejáveis.

Uma década depois, o panorama pode novamente ser alterado. Agora, com versões orais desses fármacos, que começam a ser avaliadas por agências regulatórias mundo afora.

Diante desse momento promissor no tratamento da obesidade, VEJA SAÚDE está conduzindo uma pesquisa para compreender como os brasileiros enxergam a obesidade e os tratamentos para manejá-la. 

E você pode participar! Basta clicar aqui e responder as perguntas. Revelar a percepção nacional sobre o assunto contribui para o melhor aproveitamento das opções terapêuticas disponíveis e pode ampliar o acesso. 

Contexto

Sim, muita gente prefere engolir um medicamento do que injetá-lo, em qualquer questão de saúde. Mas e se a injeção for semanal e a pílula, diária?

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Quão relevante é o preço nessa escolha? O que, por exemplo, é mais importante: um comprimido que emagreceria mais, ou outro que dispensaria o jejum para tomá-lo? 

A nova pesquisa de VEJA SAÚDE também pretende entender se o uso de medicamentos para perda de peso está disseminado, e quais as reais motivações para recorrer a eles. Estamos utilizando os agonistas de GLP-1 com indicação adequada, ou apenas para fins estéticos?

A ideia é diagnosticar quão satisfeitos os brasileiros estão com o tratamento da obesidade e qual o grau de conhecimento a respeito do assunto. 

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Do diabetes para a obesidade

A bem da verdade, o primeiro agonista de GLP-1 injetável está aprovado no Brasil desde 2010. No entanto, sua indicação formal se restringia ao diabetes tipo 2.

Acontece que estudos posteriores comprovaram que essas opções também ajudam a perder peso — daí veio aquela aprovação em 2016 focada na obesidade, com certos ajustes na dosagem.

Caminho similar vem sendo percorrido pelos comprimidos. Desde 2020, existe uma opção oral dessa classe terapêutica. Só que, de novo, com indicação em bula para o diabetes.

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Agora, pesquisas clínicas específicas têm indicado que os mesmos princípios ativos seguem eficazes e seguros contra a obesidade na versão oral. No momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e órgãos regulatórios de outros países estão avaliando esses estudos. 

Acesse o link e responda às questões do levantamento de VEJA SAÚDE. É rápido, simples e pode ajudar a melhorar o enfrentamento da obesidade!

Ou clique no banner abaixo:

(vejasaude/Veja Saúde)

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