Mariana Rios revela perda gestacional: entenda por que isso acontece mais depois dos 40

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A apresentadora Mariana Rios revelou, nesta quinta-feira (6), que acabou sofrendo uma perda gestacional após ter descoberto que estava grávida no mês passado. A gestação tinha vindo como uma boa surpresa, ocorrendo de forma natural após um longo histórico de dificuldades para engravidar.

Aos 41 anos, Mariana já é mãe de Palo, que nasceu no final de 2025, e precisou recorrer a uma fertilização in vitro para realizar o sonho na época. Agora, ela soube da gravidez em 19 de julho, mas exames realizados na sequência confirmaram que a gestação não avançou.

O caso chamou atenção sobre as dificuldades de gestar após os 40. Saiba mais.

Riscos depois dos 40 são maiores, mas não inviabilizam gravidez

É perfeitamente possível engravidar após os 40 anos e dar à luz de forma saudável. Mas é uma realidade inescapável da biologia: quanto mais os anos passam, maiores os riscos inerentes a uma gravidez, o que aumenta o nível e a frequência de cuidados que devem ser dispensados no pré-natal.

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Uma gestação após os 40 tem mais chances de ser impactada por doenças que já existem em função da idade ou aquelas que podem surgir como consequência direta da gestação. A lista inclui uma maior chance de diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, prematuridade e aborto espontâneo, entre outras situações que demandam atenção obstétrica mais diligente.

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Esses riscos, porém, costumam estar relacionados a fases posteriores da gravidez, quando o bebê cresce mais dentro do útero. Uma perda gestacional ainda mas primeiras semanas costuma ser enquadrada na chamada gravidez química: quando ocorre uma fecundação que já promove alterações hormonais detectáveis em exames, mas o embrião não se desenvolve além desse estágio inicial.

Uma gravidez química geralmente se dá em uma janela de até cinco semanas desde a última menstruação, encerrando-se antes mesmo do primeiro ultrassom para ver o bebê. Ela é confirmada quando os níveis de beta-HCG, hormônio detectado em testes de sangue e de farmácia para indicar o início de uma gestação, param de subir depois dos primeiros dias.

Mariana Rios recorreu à reprodução assistida para vencer dificuldades

Além do caso que trouxe a público nesta semana, Mariana Rios já havia enfrentado a perda de uma gestação em 2020, quando também chegou a celebrar o começo de uma gravidez mas acabou sendo frustrada pelo que definiu como um aborto espontâneo.

Nos anos desde então, ela buscou técnicas de reprodução assistida para tentar realizar o sonho de ser mãe. Investindo em congelamento de óvulos e na fertilização in vitro, ela finalmente viu uma gravidez avançar em 2025. O filho, Palo, veio ao mundo no dia 22 de dezembro.

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