Minha queda de cabelo é genética? Entenda os…

A queda de cabelo pode estar relacionada a diversos fatores, mas a genética é a causa mais comum.

Também chamada de alopecia androgenética nos homens e, mais recentemente, de alopecia de padrão feminino nas mulheres, essa condição ocorre devido a uma maior sensibilidade dos folículos capilares ao hormônio di-hidrotestosterona (DHT). O DHT provoca a miniaturização dos fios, tornando-os mais finos e frágeis.

A alopecia genética pode ser herdada tanto do pai quanto da mãe. Ela possui um padrão poligênico, ou seja, é influenciada por vários genes, que podem vir de ambos os lados da família.

Quanto mais próximo o parentesco (pais, avós, tios), maior a chance de desenvolver a condição.

Apesar da causa genética ser a mais comum, diversos fatores podem contribuir para a queda capilar, como:

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Alterações hormonais;
• Deficiências nutricionais;
• Uso de medicações;
• Estresse físico e emocional;
• Doenças específicas do couro cabeludo;
Hábitos inadequados no cuidado com o cabelo.

Como identificar e tratar a alopecia

Na alopecia genética, além da queda, o que realmente ocorre é o afinamento progressivo dos fios, sempre seguindo um padrão específico, tanto em homens quanto em mulheres.

Nos homens, a perda de cabelo geralmente se inicia na região frontal do couro cabeludo, formando as conhecidas “entradas”, podendo surgir em qualquer idade.

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Não existe cura para a alopecia androgenética, mas, atualmente, os tratamentos são bastante eficazes, focando na manutenção da maior quantidade possível de fios, na estimulação do crescimento e na desaceleração da queda.

O mais importante para um tratamento adequado é determinar a causa da queda de cabelo. Esse diagnóstico é realizado pelo médico dermatologista por meio de uma anamnese detalhada, exames laboratoriais, exames de imagem e, quando necessário, biópsia do couro cabeludo.

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Com um diagnóstico preciso, os tratamentos podem ser direcionados corretamente. Os mais utilizados são:

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• Shampoos específicos;
• Loções tônicas;
• Medicações antiandrogênicas (reduzem a ação do DHT nos folículos capilares);
• Medicamentos para estimular o crescimento dos fios;
• Suplementação vitamínica;
• Laser e microagulhamento;
• Mesoterapia capilar;
Transplante capilar.

Procure um dermatologista o quanto antes, pois cada fio perdido pode não voltar a crescer – e um dia poderá fazer falta.

*Vivian Bassi Guerreiro é dermatologista 

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(Este texto foi produzido em uma parceria exclusiva entre VEJA SAÚDE e Brazil Health)

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