Você conhece alguém que já teve um AVC? Ou você mesmo já teve?

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Apenas 8% dos respondentes da nossa última enquete nunca tiveram contato com o acidente vascular cerebral (AVC). Isso só reforça quão necessário é falarmos mais sobre o popular derrame, protagonista da reportagem de capa da edição de março.

Ele é nada mais, nada menos do que o maior serial killer do Brasil, superando o infarto em número de vítimas fatais. Quando não mata, deixa sequelas que podem inviabilizar a continuidade do trabalho e da vida como era antes. A boa notícia é que a maior parte dos casos de AVC pode ser evitada — o problema está ligado ao estilo de vida e ao controle de doenças como a hipertensão.

Quando surgem, reconhecer os sintomas e correr para a emergência é fundamental — cada minuto conta para tratar o quadro e reduzir os riscos de complicações graves. Na reportagem O Maior Assassino do Brasil, ensinamos a identificar os sinais de que o criminoso está à espreita e o que fazer ao notar sua presença.

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Clique na imagem para ampliar (Foto: Eduardo Dulla / Gráfico: Editoria de arte/Veja Saúde)

Palavra do leitor

Excelente matéria! A edição está muito boa.
Thaís Freitas, via Instagram, sobre a matéria O Maior Assassino do Brasil (ed. 525)

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A conscientização sobre a prevenção é importante. Da mesma forma que o reconhecimento dos sinais do AVC e da sua jornada no pós. A Ação AVC nasceu dessa experiência e hoje somos muitos em nossos grupos de apoio. Informação salva vidas e inspira pessoas!
Associação Ação AVC, via Instagram, sobre a mesma reportagem

Há um ano e dois meses, tive um AVC durante um treino de jiu-jítsu. Foi um evento súbito e inesperado, sem fatores de risco aparentes. Como sequela, desenvolvi afasia, que afeta a comunicação e exige reabilitação contínua. Desde então, mantenho uma rotina ativa e disciplinada, com foco na recuperação. Sou um sobrevivente, e essa experiência reforçou que ele pode atingir qualquer um, destacando a importância do reconhecimento precoce dos sintomas. Hoje ajudo a conscientizar pessoas no perfil @avceusobrevivi.
João Diniz, via Instagram, sobre a mesma reportagem

Chegamos ao Tiktok!

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(Freepik/Veja Saúde)
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Você sabia que a maioria dos conteúdos sobre saúde que circula no TikTok é falsa ou deturpada? Pois é… Essa é a conclusão de diversos estudos que avaliam a desinformação nas redes sociais.

E isso não acontece por obra do acaso: é que o algoritmo dessas plataformas tende a valorizar mais conteúdos que desinformam, já que eles são apelativos e incitam o engajamento. Com os vídeos curtos da plataforma das dancinhas — que agora já se tornou bem mais do que isso —, o problema ganhou outra proporção.

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Esse foi o tema da nossa reportagem de capa As Mentiras do Dr. TikTok (ed. 523). Como é quase impossível fugir das redes, resta encontrar boas fontes de informação por lá e separar o joio do trigo.

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