Prescrições do editor: histórias para repensar nosso papel em meio à natureza
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A história da malária – e de uma vítima da doença – contada pelo mosquito transmissor. Uma jornada em meio a neandertais. A busca de um médico por novos horizontes existenciais.
A seguir, conheça três livros para meditar sobre o papel e o destino do ser humano em meio à natureza.
Malária
Autora: Carmen Stephan
Tradução: Claudia Abeling
Editora: Tinta-da-China Brasil
Páginas: 162
Uma mulher cai de cama devido à grave doença espalhada por mosquitos — mas ninguém sabe o que ela tem. Só que, neste livro, quem conta a história, entremeada com o périplo de descoberta científica da moléstia, é a fêmea do inseto que transmite a malária. Um autorretrato, um tanto incomum, sobre uma chaga de saúde pública.
Malária
Os Imortais
Autora: Paulliny Tort
Editora: Fósforo
Páginas: 232
A escritora brasileira nos coloca no meio de um clã de neandertais, hominídeos que viveram há milhares de anos, com seus desafios diários de sobrevivência, o que envolve conflitos com outras espécies, inclusive a nossa. Uma narrativa fora da caixa sobre um mundo perdido e criaturas que precisam de algo além do instinto para seguir adiante.
Os imortais
A hora mágica
Autor: Carlos Messias
Editora: Patuá
Páginas: 280
Um psiquiatra vive múltiplos lutos e depara com uma crise existencial para a qual a medicina convencional não oferece alívio. Surgem, então, a oportunidade de viajar à Amazônia e a perspectiva de, no encontro com povos originários, achar uma saída para sua depressão. Um romance que questiona o modus operandi do cuidado tradicional e dá vazão a formas de cura ancestrais.
A hora mágica
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